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trocar a prótese de silicone

Quando trocar a prótese de silicone?

O implante de prótese de silicone é o procedimento de Cirurgia Plástica mais realizado no Brasil. Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica (Isaps), ele é responsável por 15,8% dos quase 2,5 milhões de intervenções estéticas realizadas por ano no país. Mesmo com toda essa popularidade, o procedimento ainda rende muitas dúvidas, principalmente quanto à manutenção dos implantes. Quando é necessário trocar a prótese de silicone é, por exemplo, uma das perguntas mais comuns.

É isso que vamos explicar no artigo de hoje. Aproveite a leitura para deixar as dúvidas para trás e ficar confiante para fazer a sua cirurgia nas mamas.

 

Por que às vezes é preciso trocar a prótese de silicone?

Assim como qualquer outro material – inclusive o corpo humano – as próteses de silicone não são para sempre. Antigamente elas precisavam ser substituídas a cada 10 anos, mas com o avanço da tecnologia essa mudança pode demorar até duas décadas para acontecer. Mas existe um motivo para que essa troca seja necessária?

Bom, com o passar do tempo e da interação com o nosso organismo, as próteses de silicone se desgastam e assim tornam-se mais vulneráveis a rupturas e vazamentos. A deterioração dos implantes também podem levar ao deslocamento dos mesmos, mudando e transformando o formato dos seios.  

Quando saber que é o momento de trocar a prótese de silicone?

É muito importante ter em mente que a prótese de silicone precisa de acompanhamento anual, principalmente depois de 10 anos da cirurgia. É por isso que é essencial realizar exames periódicos para assegurar que o implante esteja em boas condições e sem nenhum vazamento, deformidade ou problema que possa ocasionar algum desconforto no futuro.

Alguns sinais também podem indicar que algo não anda bem e que pode ser preciso trocar a prótese de silicone. Então, vale a pena ficar de olho nos seguintes indícios:

 

  • Vermelhidão nos seios;
  • Contratura capsular;
  • Assimetria das mamas;
  • Rigidez e endurecimento das mamas;
  • Endurecimento da cicatriz;
  • Dor e desconforto no local do implante;
  • Flacidez e alteração do formato das mamas;
  • Ruptura da prótese;
  • Incômodo nos seios;
  • Dor ou coceira na região;
  • Latejamento ou cistos;
  • Próteses visível ou palpável.

 

É claro que tudo será avaliado e decidido pelo médico Cirurgião Plástico responsável pelo procedimento, assim como o tamanho das novas próteses e a possibilidade ou não da utilização da mesma cicatriz.

 

O mais importante é fazer o controle anual depois de uma década do primeiro procedimento e, claro, contar com ajuda e apoio de um Cirurgião Plástico. Por isso confie apenas em profissionais credenciados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Desse jeito você assegura que o seu procedimento será realizado com cuidado e dentro das normas de higiene e segurança.

Têm dúvidas? Quer agendar uma consulta? Entre em contato com a Clínica Mansur e marque um horário: (32)3311-4477.

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