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alopecia cicatricial

Alopecia cicatricial: o que é e como identificar

Perder alguns fios de cabelo durante o dia é normal. Faz parte da renovação natural do corpo. No entanto, em alguns casos, essa queda se transforma em um problema sério que pode afetar a autoestima e a qualidade de vida do indivíduo. Esse é o caso das alopecias. O distúrbio pode ser classificado entre não cicatricial e cicatricial. O primeiro é o mais comum e abrange as alopecias areata e androgenética. Já o segundo não é tão comum, mas exige atenção. Você já ouviu falar da alopecia cicatricial? É isso que vamos neste artigo.

 

Por isso continue a leitura para saber um pouco mais sobre essa doença que afeta o couro cabelo cabeludo e os nossos cabelos.

 

Alopecia não cicatricial: um breve resumo

 

Com o tempo, a densidade do cabelo diminui e nem sempre isso quer dizer que a pessoa ficará careca. Contudo, alguns distúrbios podem transformar essa queda em um problema mais sério, chegando inclusive a prejudicar a autoestima do indivíduo. Esse é o caso da alopecia. A doença é dividida em dois tipos:

 

Alopecia androgenética: esta vertente da doença é causada por fatores hereditários. O distúrbio começa ainda na adolescência e é mais frequente em homens. Com a atividade hormonal, os fios começam a nascer mais finos até que param de se desenvolver.

 

Alopecia areata: a doença inflamatória é de causa desconhecida, mas diversos fatores podem desencadear o distúrbio, entre eles genéticos e autoimunes. A queda dos fios é mais concentrada em uma parte do cabelo, gerando falhas circulares. A alopecia areata também pode ser desencadeada por fatores emocionais, traumas na região da cabeça e infecções.

 

 

Alopecia cicatricial: o que é a doença

 

A alopecia cicatricial é caracterizada pela perda dos folículos pilosos, aqueles responsáveis por fazerem os nossos fios nascerem e crescerem. O distúrbio interrompe este processo, originando, eventualmente, cicatrizes nas regiões afetadas. O local fica, por fim, sem pelos, causando uma falha onde antes havia cabelo. A alopecia cicatricial tem várias causas e ela pode ser definida de acordo com o seu tipo e evolução.

 

 

Alopecia cicatricial primária

 

Este tipo da doença pode surgir por vários motivos, desde processos congênitos, passando por distúrbios autoimunes e chegando até a infecções e inflamações. Por ser bem ampla, a alopecia cicatricial primária pode ser consequência das seguintes enfermidades:

 

  • Lupus eritematoso discoide;
  • Líquen plano pilar;
  • Alopecia frontal fibrosante;
  • Pseudopelada de Brocq;
  • Alopecia central centrífuga;
  • Foliculite decalvante;
  • Foliculite em tufos;
  • Celulite dissecante do couro cabeludo;
  • Foliculite queloidiana;
  • Dermatose pustular erosiva.

 

Alopecia cicatricial secundária

 

Já o segundo tipo de alopecia cicatricial ocorre como resultado de queimaduras, interações com produtos químicos, tração repetidas no couro cabeludo, exposição à radiação, traumas, infecções bacterianas, fúngicas ou virais, micoses, tumores ou genodermatoses.

 

Sintomas da alopecia cicatricial

 

Além da queda de cabelo, os principais sintomas de ambos os tipos da alopecia cicatricial são:

 

  • Coceira;
  • Vermelhidão no couro cabeludo;
  • Brilho na região afetada;
  • Desconforto estético pela falta de cabelo.

 

É importante pontuar que quanto mais cedo a alopecia cicatricial for diagnosticada, mais eficaz será o tratamento. O ideal é que a doença seja identificada antes que ocorra a destruição total dos folículos pilosos, impedindo, assim, que o distúrbio afete permanentemente o couro cabeludo.  

Mais do que estar atento à queda de cabelo, é importante visitar regularmente um profissional devidamente credenciado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Só assim você estará protegendo não só os seus cabelos, mas a sua pele e o seu corpo como um todo.

Têm dúvidas? Quer agendar uma consulta? Entre em contato com a Clínica Mansur e marque um horário: (32)3311-4466.

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